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	<title>Gestão e Mkt</title>
	<link>http://carloscoelho.blogsome.com</link>
	<description>Ferramenta fundamental para a troca e arquivo de notas, artigos e apontamentos...</description>
	<pubDate>Sat, 30 Dec 2006 21:26:08 +0000</pubDate>
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	<language>en</language>

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		<title>Onde começa uma campanha publicitária?</title>
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		<pubDate>Sat, 30 Dec 2006 21:26:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>CC</dc:creator>
		
	<category>Geral</category>
	<category>FMKT</category>
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		<description><![CDATA[	Onde come&ccedil;a uma campanha publicitária?
	07 de Dezembro de 2006 
	Pedro Monteiro *
	É costume dizer-se que a comunica&ccedil;&atilde;o é aquela parte do marketing que o consumidor v&ecirc;. Embora curiosa, esta defini&ccedil;&atilde;o só está parcialmente correcta. Aquilo que o consumidor v&ecirc; do marketing é muito mais do que isso. V&ecirc; o produto ou o servi&ccedil;o propriamente ditos, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p><span class="titulo_normal">Onde come&ccedil;a uma campanha publicitária?</span></p>
	<p><span class="texto_datas"></span><span class="texto_datas">07 de Dezembro de 2006</span> </p>
	<p><span class="texto_corrido">Pedro Monteiro *</p>
	<p>É costume dizer-se que a comunica&ccedil;&atilde;o é aquela parte do marketing que o consumidor v&ecirc;. Embora curiosa, esta defini&ccedil;&atilde;o só está parcialmente correcta. Aquilo que o consumidor v&ecirc; do marketing é muito mais do que isso. V&ecirc; o produto ou o servi&ccedil;o propriamente ditos, v&ecirc; o pre&ccedil;o, v&ecirc; os canais de distribui&ccedil;&atilde;o, v&ecirc; a empresa por detrás do produto ou do servi&ccedil;o, ou seja, é espectador de muito mais coisas do que a pequena fatia que cabe &agrave; comunica&ccedil;&atilde;o apresentar. Por outras palavras, é mais rigoroso dizer que a comunica&ccedil;&atilde;o, no sentido estrito, corresponde &agrave;quela parte do marketing que é deliberadamente mostrada ao consumidor na forma de conteúdos t&atilde;o diversos como a publicidade ou o marketing directo.</p>
	<p>N&atilde;o obstante, &agrave; for&ccedil;a de nos habituarmos a chamar comunica&ccedil;&atilde;o &agrave; componente do marketing que se manifesta através de mensagens promocionais, esquecemo-nos de que, afinal, tudo comunica, tudo é mensagem, tudo é sinal pronto a ser descodificado. Ora, é da mais elementar exig&ecirc;ncia que a parte do marketing a que se convencionou chamar comunica&ccedil;&atilde;o tenha correspond&ecirc;ncia com a parte do marketing que, mais tarde ou mais cedo, acaba também por ser &quot;comunicada&quot; ao consumidor, muitas vezes na forma de experi&ecirc;ncias negativas ou pelo menos desmentindo as expectativas inicialmente criadas. O pior que podemos fazer é deixar o consumidor em disson&acirc;ncia cognitiva - dizer-lhe uma coisa e mostrar-lhe outra. Infelizmente, n&atilde;o s&atilde;o assim t&atilde;o poucos os casos em que se verifica um divórcio entre a comunica&ccedil;&atilde;o e a ac&ccedil;&atilde;o.</p>
	<p>Os posicionamentos, por muito engenhosos ou imaginativos que sejam, de pouco valem se n&atilde;o passarem de simples exercícios no papel - mesmo que brilhantemente interpretados por apelativas campanhas publicitárias. As marcas s&atilde;o muito mais um resultado do que uma decis&atilde;o. N&atilde;o adianta pretender associar determinadas percep&ccedil;&otilde;es a uma marca se isso n&atilde;o tiver qualquer correspond&ecirc;ncia com a realidade, com a experi&ecirc;ncia que o consumidor tem dessa marca. N&atilde;o é a primeira vez que oi&ccedil;o alguém dizer que determinada campanha é muito boa mas que só funcionará se a marca em quest&atilde;o se dispuser a alterar significativamente a sua rela&ccedil;&atilde;o com o cliente. Sem querer esgotar o problema com esta reflex&atilde;o, penso que talvez valha a pena interrogarmo-nos se as campanhas de publicidade n&atilde;o estar&atilde;o a ser pensadas tarde de mais.</p>
	<p>É fundamental que os publicitários se esforcem por entrar mais cedo na cadeia de valor de cada negócio. Os anunciantes só n&atilde;o o v&atilde;o permitir se as ag&ecirc;ncias n&atilde;o forem capazes de provar o tremendo potencial das suas compet&ecirc;ncias face &agrave;s actuais exig&ecirc;ncias do mercado. O marketing do presente exige criatividade e pensamento comunicacional desde o primeiro momento. As marcas come&ccedil;am a construir-se - será mais correcto dizer comunicar - muito antes de chegarem &agrave; rádio, aos jornais ou &agrave; televis&atilde;o. Longe v&atilde;o os tempos em que os produtos eram criados num plano estritamente industrial para depois serem trabalhados pelo marketing como matéria ainda em bruto, como se o papel da comunica&ccedil;&atilde;o fosse o de tornar esses bens finalmente &quot;publicitáveis&quot; e, desse modo, apetecíveis.</p>
	<p>Os produtos e os servi&ccedil;os já n&atilde;o podem dar-se ao luxo de ficar &agrave; espera dos anúncios para finalmente poderem brilhar. Os bens de consumo tornaram-se eles mesmos mensagem. O papel da publicidade actual é o de encontrar as melhores solu&ccedil;&otilde;es para amplificar o efeito dessas mensagens, dando-lhes maior visibilidade e tornando-as ainda mais pertinentes e atractivas. Já nenhum consumidor se deixa convencer pela mera argumenta&ccedil;&atilde;o ou pelo simples efeito da sua repeti&ccedil;&atilde;o. Nos mercados actuais há mais complexidade: há mais oferta, há mais concorr&ecirc;ncia, há mais critério, há mais exig&ecirc;ncia. O poder de compra e o poder de escolha andam a par e passo. O consumidor apoderou-se das regras do jogo e a única forma de o conquistar é fazer do produto e da comunica&ccedil;&atilde;o uma só realidade, coesa e blindada.</p>
	<p>Todas as mensagens que procuram promover produtos ou servi&ccedil;os t&ecirc;m de mergulhar mais fundo de modo a chegarem &agrave; ess&ecirc;ncia de cada negócio. Para os publicitários, entrar na cabe&ccedil;a do cliente e compreender as suas necessidades tornou-se t&atilde;o importante como entrar na cabe&ccedil;a do consumidor. Limitar-se a reservar para si o papel de &quot;quebrar o gelo&quot; no final da cadeia, como refere Kevin Roberts em &quot;Love Marks&quot;, n&atilde;o só é pouco ambicioso como já n&atilde;o representa mais-valia suficiente para as ag&ecirc;ncias. Quando o consumidor se torna mais cínico e mais resistente &agrave; mensagem publicitária, já n&atilde;o basta contar com o efeito cosmético da comunica&ccedil;&atilde;o para resolver todos os problemas. É urgente assegurar que o &quot;gelo&quot; é quebrado mais cedo, isto é, que quanto mais cedo o marketing se deixar contagiar pela sensibilidade e pelo know how dos profissionais da comunica&ccedil;&atilde;o, melhores ser&atilde;o os resultados.</p>
	<p>Se se empenharem em &quot;quebrar o gelo&quot; desde o primeiro momento e n&atilde;o apenas no fim, as ag&ecirc;ncias de publicidade ver&atilde;o o seu trabalho mais reconhecido. Mas para isso é preciso proximidade e disponibilidade. Proximidade para perceber o que se está a passar dentro das empresas, por um lado, e disponibilidade para desformatar velhos processos de trabalho, por outro. O desafio consiste em chegar ao anúncio total, uma espécie de mega-produ&ccedil;&atilde;o na qual todos ter&atilde;o de participar activamente. O anúncio total é o resultado da soma dos inputs da ag&ecirc;ncia com os inputs internos do cliente, nomeadamente da sua estrutura de marketing. O anúncio total só é possível se se acreditar que a comunica&ccedil;&atilde;o é um imperativo transversal a todo o processo de marketing.</p>
	<p>Vivemos a era da comunica&ccedil;&atilde;o. A venda de produtos deu lugar &agrave; venda de mensagens e estas, de uma forma ou de outra, come&ccedil;am a ser produzidas cada vez mais cedo. Ficar no fim da linha, &agrave; espera do pedido para o desenvolvimento da campanha de publicidade, é ignorar o papel crucial que a comunica&ccedil;&atilde;o desempenha hoje enquanto ferramenta de gest&atilde;o. Da próxima vez que um briefing chegar &agrave; ag&ecirc;ncia pense nisto: será que está preparado para fazer uso de todos os seus recursos?</p>
	<p>*director de planeamento estratégico da Strat</p>
	<p>in </span><span class="titulo_normal">Onde come&ccedil;a uma campanha publicitária?</span></p>
	<p><span class="texto_datas"></span><span class="texto_datas">07 de Dezembro de 2006</span> </p>
	<p><span class="texto_corrido">Pedro Monteiro *</p>
	<p>É costume dizer-se que a comunica&ccedil;&atilde;o é aquela parte do marketing que o consumidor v&ecirc;. Embora curiosa, esta defini&ccedil;&atilde;o só está parcialmente correcta. Aquilo que o consumidor v&ecirc; do marketing é muito mais do que isso. V&ecirc; o produto ou o servi&ccedil;o propriamente ditos, v&ecirc; o pre&ccedil;o, v&ecirc; os canais de distribui&ccedil;&atilde;o, v&ecirc; a empresa por detrás do produto ou do servi&ccedil;o, ou seja, é espectador de muito mais coisas do que a pequena fatia que cabe &agrave; comunica&ccedil;&atilde;o apresentar. Por outras palavras, é mais rigoroso dizer que a comunica&ccedil;&atilde;o, no sentido estrito, corresponde &agrave;quela parte do marketing que é deliberadamente mostrada ao consumidor na forma de conteúdos t&atilde;o diversos como a publicidade ou o marketing directo.</p>
	<p>N&atilde;o obstante, &agrave; for&ccedil;a de nos habituarmos a chamar comunica&ccedil;&atilde;o &agrave; componente do marketing que se manifesta através de mensagens promocionais, esquecemo-nos de que, afinal, tudo comunica, tudo é mensagem, tudo é sinal pronto a ser descodificado. Ora, é da mais elementar exig&ecirc;ncia que a parte do marketing a que se convencionou chamar comunica&ccedil;&atilde;o tenha correspond&ecirc;ncia com a parte do marketing que, mais tarde ou mais cedo, acaba também por ser &quot;comunicada&quot; ao consumidor, muitas vezes na forma de experi&ecirc;ncias negativas ou pelo menos desmentindo as expectativas inicialmente criadas. O pior que podemos fazer é deixar o consumidor em disson&acirc;ncia cognitiva - dizer-lhe uma coisa e mostrar-lhe outra. Infelizmente, n&atilde;o s&atilde;o assim t&atilde;o poucos os casos em que se verifica um divórcio entre a comunica&ccedil;&atilde;o e a ac&ccedil;&atilde;o.</p>
	<p>Os posicionamentos, por muito engenhosos ou imaginativos que sejam, de pouco valem se n&atilde;o passarem de simples exercícios no papel - mesmo que brilhantemente interpretados por apelativas campanhas publicitárias. As marcas s&atilde;o muito mais um resultado do que uma decis&atilde;o. N&atilde;o adianta pretender associar determinadas percep&ccedil;&otilde;es a uma marca se isso n&atilde;o tiver qualquer correspond&ecirc;ncia com a realidade, com a experi&ecirc;ncia que o consumidor tem dessa marca. N&atilde;o é a primeira vez que oi&ccedil;o alguém dizer que determinada campanha é muito boa mas que só funcionará se a marca em quest&atilde;o se dispuser a alterar significativamente a sua rela&ccedil;&atilde;o com o cliente. Sem querer esgotar o problema com esta reflex&atilde;o, penso que talvez valha a pena interrogarmo-nos se as campanhas de publicidade n&atilde;o estar&atilde;o a ser pensadas tarde de mais.</p>
	<p>É fundamental que os publicitários se esforcem por entrar mais cedo na cadeia de valor de cada negócio. Os anunciantes só n&atilde;o o v&atilde;o permitir se as ag&ecirc;ncias n&atilde;o forem capazes de provar o tremendo potencial das suas compet&ecirc;ncias face &agrave;s actuais exig&ecirc;ncias do mercado. O marketing do presente exige criatividade e pensamento comunicacional desde o primeiro momento. As marcas come&ccedil;am a construir-se - será mais correcto dizer comunicar - muito antes de chegarem &agrave; rádio, aos jornais ou &agrave; televis&atilde;o. Longe v&atilde;o os tempos em que os produtos eram criados num plano estritamente industrial para depois serem trabalhados pelo marketing como matéria ainda em bruto, como se o papel da comunica&ccedil;&atilde;o fosse o de tornar esses bens finalmente &quot;publicitáveis&quot; e, desse modo, apetecíveis.</p>
	<p>Os produtos e os servi&ccedil;os já n&atilde;o podem dar-se ao luxo de ficar &agrave; espera dos anúncios para finalmente poderem brilhar. Os bens de consumo tornaram-se eles mesmos mensagem. O papel da publicidade actual é o de encontrar as melhores solu&ccedil;&otilde;es para amplificar o efeito dessas mensagens, dando-lhes maior visibilidade e tornando-as ainda mais pertinentes e atractivas. Já nenhum consumidor se deixa convencer pela mera argumenta&ccedil;&atilde;o ou pelo simples efeito da sua repeti&ccedil;&atilde;o. Nos mercados actuais há mais complexidade: há mais oferta, há mais concorr&ecirc;ncia, há mais critério, há mais exig&ecirc;ncia. O poder de compra e o poder de escolha andam a par e passo. O consumidor apoderou-se das regras do jogo e a única forma de o conquistar é fazer do produto e da comunica&ccedil;&atilde;o uma só realidade, coesa e blindada.</p>
	<p>Todas as mensagens que procuram promover produtos ou servi&ccedil;os t&ecirc;m de mergulhar mais fundo de modo a chegarem &agrave; ess&ecirc;ncia de cada negócio. Para os publicitários, entrar na cabe&ccedil;a do cliente e compreender as suas necessidades tornou-se t&atilde;o importante como entrar na cabe&ccedil;a do consumidor. Limitar-se a reservar para si o papel de &quot;quebrar o gelo&quot; no final da cadeia, como refere Kevin Roberts em &quot;Love Marks&quot;, n&atilde;o só é pouco ambicioso como já n&atilde;o representa mais-valia suficiente para as ag&ecirc;ncias. Quando o consumidor se torna mais cínico e mais resistente &agrave; mensagem publicitária, já n&atilde;o basta contar com o efeito cosmético da comunica&ccedil;&atilde;o para resolver todos os problemas. É urgente assegurar que o &quot;gelo&quot; é quebrado mais cedo, isto é, que quanto mais cedo o marketing se deixar contagiar pela sensibilidade e pelo know how dos profissionais da comunica&ccedil;&atilde;o, melhores ser&atilde;o os resultados.</p>
	<p>Se se empenharem em &quot;quebrar o gelo&quot; desde o primeiro momento e n&atilde;o apenas no fim, as ag&ecirc;ncias de publicidade ver&atilde;o o seu trabalho mais reconhecido. Mas para isso é preciso proximidade e disponibilidade. Proximidade para perceber o que se está a passar dentro das empresas, por um lado, e disponibilidade para desformatar velhos processos de trabalho, por outro. O desafio consiste em chegar ao anúncio total, uma espécie de mega-produ&ccedil;&atilde;o na qual todos ter&atilde;o de participar activamente. O anúncio total é o resultado da soma dos inputs da ag&ecirc;ncia com os inputs internos do cliente, nomeadamente da sua estrutura de marketing. O anúncio total só é possível se se acreditar que a comunica&ccedil;&atilde;o é um imperativo transversal a todo o processo de marketing.</p>
	<p>Vivemos a era da comunica&ccedil;&atilde;o. A venda de produtos deu lugar &agrave; venda de mensagens e estas, de uma forma ou de outra, come&ccedil;am a ser produzidas cada vez mais cedo. Ficar no fim da linha, &agrave; espera do pedido para o desenvolvimento da campanha de publicidade, é ignorar o papel crucial que a comunica&ccedil;&atilde;o desempenha hoje enquanto ferramenta de gest&atilde;o. Da próxima vez que um briefing chegar &agrave; ag&ecirc;ncia pense nisto: será que está preparado para fazer uso de todos os seus recursos?</p>
	<p>*director de planeamento estratégico da Strat</p>
	<p>in <a href="http://www.meiosepublicidade.pt/">www.meiosepublicidade.pt</a></span>
</p>
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		<title>Marcas: as mais admiradas</title>
		<link>http://carloscoelho.blogsome.com/2006/12/30/marcas-as-mais-admiradas/</link>
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		<pubDate>Sat, 30 Dec 2006 20:59:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>CC</dc:creator>
		
	<category>Geral</category>
	<category>FMKT</category>
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		<description><![CDATA[	Quais as marcas que os profissionais da comunica&ccedil;&atilde;o e marketing portugueses mais admiram? A avaliar pelo inquérito realizado pelo Meios &amp; Publicidade Super Bock, Optimus e Vodafone s&atilde;o as preferidas
	A Super Bock é a marca mais admirada pelos profissionais da comunica&ccedil;&atilde;o e marketing portugueses, a avaliar pelos resultados de um inquérito conduzido pelo Meios &amp; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p><span class="texto_corrido">Quais as marcas que os profissionais da comunica&ccedil;&atilde;o e marketing portugueses mais admiram? A avaliar pelo inquérito realizado pelo Meios &amp; Publicidade Super Bock, Optimus e Vodafone s&atilde;o as preferidas</p>
	<p>A Super Bock é a marca mais admirada pelos profissionais da comunica&ccedil;&atilde;o e marketing portugueses, a avaliar pelos resultados de um inquérito conduzido pelo Meios &amp; Publicidade junto de 50 profissionais. A marca da Unicer recolheu a prefer&ecirc;ncia de 32% dos inquiridos, enquanto que a sua concorrente mais directa, a Sagres, recebeu a prefer&ecirc;ncia de 14%. Os participantes neste inquérito, a quem o M&amp;P pediu que indicassem quais as tr&ecirc;s marcas portuguesas que mais admiravam, apontaram para 50 marcas diferentes mas, os lugares de topo s&atilde;o ocupados por marcas dos segmentos das bebidas e da comunica&ccedil;&atilde;o. As operadoras de telecomunica&ccedil;&otilde;es Optimus e Vodafone ocupam, respectivamente, a segunda e terceira posi&ccedil;&otilde;es, com 24% e 22%. Mais atrás surgem as marcas do universo do grupo PT TMN e PT, empatadas com 10% das prefer&ecirc;ncias dos inquiridos. Já nas bebidas, onde a Super Bock e a Sagres ocupam, respectivamente, a primeira e a sexta posi&ccedil;&otilde;es, aparecem ainda a Compal, com 16% das prefer&ecirc;ncias, a Coca-Cola e a Frize que empatam com 10% das nomea&ccedil;&otilde;es. Entre as marcas multinacionais, destaque para a Coca-Cola, referida por 10% do painel como uma das marcas mais admiradas. Foram ainda apontadas pelos participantes no inquérito 11 marcas multinacionais, mas com refer&ecirc;ncias pouco significativas.</p>
	<p>Os resultados indicam também que a maioria das marcas mais admiradas pelos profissionais da comunica&ccedil;&atilde;o e marketing est&atilde;o nas m&atilde;os da Sumolis/Compal, da PT, da Sonae e da Unicer. As marcas da Unicer, Super Bock e Pedras Salgadas, foram referenciadas por 32% dos elementos do painel como aquelas que s&atilde;o mais admiradas. A Sonae, com refer&ecirc;ncias ao Continente, Clix e Optimus, consegue captar a admira&ccedil;&atilde;o de 30% dos participantes deste inquérito. Já as bebidas que agora est&atilde;o no universo Sumolis e da Compal (Sumol, Frize e Compal) reúnem a admira&ccedil;&atilde;o de 28% dos elementos que comp&otilde;em este painel. O grupo PT, através da TMN e da marca PT, recolhe a prefer&ecirc;ncia de 20% dos elementos do painel.</p>
	<p><strong>O que tem a Super Bock?</strong></p>
	<p>Apesar da concorr&ecirc;ncia apertada por parte da Sagres, a Super Bock mantém a lideran&ccedil;a do sector cervejeiro desde 1992. Empurrada pela concorr&ecirc;ncia, a marca tem-se destacado pelo lan&ccedil;amento de novos produtos. &Agrave; cerveja tradicional foram-se somando as vers&otilde;es Stout (2003), Green, Twin (2005), Tango e Cool (2006). Além de ser um dos principais anunciantes no suporte exterior, a Super Bock tem marcado presen&ccedil;a em vários festivais de música, com destaque para o festival que recebe o nome da marca: o Super Bock Super Rock, que já conheceu extens&otilde;es na Galiza e em Angola. A marca assegura que em cada 10 consumidores de cerveja, sete consomem Super Bock, apresentando-se como a cerveja favorita por cinco em cada 10 consumidores. A marca, além de ter sido uma das patrocinadoras da Expo 98 e do Porto 2001, continua associada ao Fantasporto e &agrave; ExperimentaDesign.</p>
	<p><strong>O processo</strong><br />Para chegar a esta lista de marcas, o M&amp;P perguntou a 50 profissionais da comunica&ccedil;&atilde;o, publicidade e marketing quais as tr&ecirc;s marcas que mais admiram, partindo de alguns critérios estabelecidos pelo jornal. Aos 50 profissionais foi pedido que tivessem em conta na sua escolha a relev&acirc;ncia da marca no mercado nacional, que o centro de decis&otilde;es de marketing e comunica&ccedil;&atilde;o estivesse localizado em Portugal, investimento em criatividade local e aposta na inova&ccedil;&atilde;o. Nas respostas foram referenciadas 50 marcas diferentes, mas cujos resultados n&atilde;o s&atilde;o apresentados na totalidade por considerarmos que n&atilde;o t&ecirc;m relev&acirc;ncia estatística. Responderam a este inquérito Adrián Garcia (Multicom), Adriano Nobre (M&amp;P), Alexandra Pereira (Strat Design), Alexandre Cordeiro (C&amp;C), Ana Cavaco (M&amp;P), Ana Margarida Ximenes (Inforpress), António Cunha Vaz (Cunha Vaz &amp; Associados), António Peres (D&amp;E Weber &amp; Shandwick), Carla Borges Ferreira (M&amp;P), Carlos Matos (Imago), Edson Athayde (Ogilvy), Fernando Santos (Z. Publicidade), Gra&ccedil;a Var&atilde;o (DCE), Henrique Agostinho (Sonae Sierra), Hugo Real (M&amp;P), Isabel Borgas (Optimus), Isabel Fragoso (Multicom), Joana Queiroz Ribeiro (Unicer), Jo&atilde;o Belo (Inforfi), Jo&atilde;o Duarte (YoungNetwork), Jo&atilde;o Mendes Dias (Vodafone), Jo&atilde;o Wengorovius (BBDO), Jorge Marques (Strat), José Barbosa (ZenithOptimedia), Leandro Alvarez (TBWA), Luís Miguel Coelho (DDB), Luís Paix&atilde;o Martins (LPM), Luís Silva Dias (Draft FCB), Maria Domingas Carvalhosa (Front Page), Mário Miguel (Lowe &amp; Partners), Nadim Habib (Hill &amp; Knowlton), Nuno Teles (Sociedade Central de Cervejas e Bebidas), Paula Arriscado (Salvador Caetano), Paulo Padr&atilde;o (BES), Pedro Casquinha (Unilever), Pedro Pina (McCann Portugal), Ricardo Mealha (RMAC), Ricardo Monteiro (Euro RSCG), Rosa Matos Bento (Citigate Sanchis), Rui Colla&ccedil;o (Grupo Santander), Rui Lima (Universal McCann), Rui Trigo (Brandia Central), Rui Ventura (Ogilvy Comunica&ccedil;&atilde;o), Salvador da Cunha (Lift), Sara Martinho (M&amp;P), Sofia Barros (Leo Burnett), Susana Carvalho (JWT), Susana Monteiro (Parceiros de Comunica&ccedil;&atilde;o), Tiago Franco (Ipsis) e Victor Vasques (Grey Portugal). A recolha de respostas decorreu entre os dias 5 e 13 de Outubro.</p>
	<p><em>in </em><a href="http://www.meiosepublicidade.pt/"><em>www.meiosepublicidade.pt</em></a></span></p>
	<p><span class="texto_corrido">BOM ANO A TODOS!!! <img title="emoticon" alt="emoticon" src="http://carloscoelho.blogsome.com/wp-content/plugins/Wysi-Wordpress/plugins/emotions/images/drunk.gif" border="0" /><img title="emoticon" alt="emoticon" src="http://carloscoelho.blogsome.com/wp-content/plugins/Wysi-Wordpress/plugins/emotions/images/thumbup.gif" border="0" /></span></p>
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		<title>Etiqueta</title>
		<link>http://carloscoelho.blogsome.com/2006/12/08/etiqueta/</link>
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		<pubDate>Fri, 08 Dec 2006 20:43:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>CC</dc:creator>
		
	<category>Geral</category>
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		<description><![CDATA[	Foi criado um site com o nome de &quot;portugal protocolo&quot;, &nbsp;que segundo os seus criadores &quot;nasce da constata&ccedil;&atilde;o que no nosso país o Protocolo &ndash; esse grande desconhecido, é algo inatingível e incompreensível, só usado em grandes cerimónias de estado com reis e presidentes entre vénias e rituais, mas sobretudo distante.Do grego protokollon e do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p>Foi criado um site com o nome de <a title="Portugal Protocolo" href="http://www.portugalprotocolo.com/" target="_self"><font color="#003399">&quot;portugal protocolo&quot;</font></a>, &nbsp;que segundo os seus criadores &quot;nasce da constata&ccedil;&atilde;o que no nosso país o Protocolo &ndash; esse grande desconhecido, é algo inatingível e incompreensível, só usado em grandes cerimónias de estado com reis e presidentes entre vénias e rituais, mas sobretudo distante.<br />Do grego <em>protokollon</em> e do latim <em>protocollu</em>, em tempos passados resumia-se ao registo de documentos e &agrave; regulamenta&ccedil;&atilde;o dos eventos públicos.<br />O conhecimento das normas que regem a hierarquia social e profissional, o tratamento devido &agrave;s individualidades e cargos hierárquicos civis, religiosos e militares, permite uma comunica&ccedil;&atilde;o adequada e melhores resultados no relacionamento entre as pessoas e as empresas com os seus parceiros de negócio, os seus clientes, os seus fornecedores e com as autoridades e entidades locais, governamentais e nacionais.<br /><strong>Este conhecimento baseado em detalhes como o saber com quem se trata, como organizar correctamente um evento, quais as decis&otilde;es a tomar, a excel&ecirc;ncia de um tratamento adequado é a raz&atilde;o que permite uma boa imagem e reputa&ccedil;&atilde;o.<img title="emoticon" alt="emoticon" src="http://carloscoelho.blogsome.com/wp-content/plugins/Wysi-Wordpress/plugins/emotions/images/surrender.gif" border="0" /></strong>
<p><em>O Poder está nos detalhes!&quot;</em></p>
	<p><em><font color="#ff6600">Assim creio ser de todo importante a sua consulta e apreens&atilde;o dos conteúdos, de certo úteis para o nosso futuro&#8230;Tem também uma página dedicada &agrave; comunica&ccedil;&atilde;o, assim como algumas regras de ouro sobre a utiliza&ccedil;&atilde;o do telefone e do telemóvel. A ver&#8230;</font></em></p>
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	</item>
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		<title>Aula 4 - Proposta de trabalho</title>
		<link>http://carloscoelho.blogsome.com/2006/10/24/aula-4-proposta-de-trabalho/</link>
		<comments>http://carloscoelho.blogsome.com/2006/10/24/aula-4-proposta-de-trabalho/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 24 Oct 2006 20:43:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>CC</dc:creator>
		
	<category>Geral</category>
	<category>IMP</category>
		<guid>http://carloscoelho.blogsome.com/2006/10/24/aula-4-proposta-de-trabalho/</guid>
		<description><![CDATA[	O que é um trabalho de investiga&ccedil;&atilde;o?
	O trabalho de investiga&ccedil;&atilde;o constitui um aprofundamento prático, técnico e teórico, de algum aspecto ou tema do programa da cadeira, ou que a ele diga respeito. A sua realiza&ccedil;&atilde;o pressup&otilde;e um trabalho de pesquisa e uma exposi&ccedil;&atilde;o pessoais, mesmo quando realizado em grupo. Será apresentado sob a forma escrita, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p><strong>O que é um trabalho de investiga&ccedil;&atilde;o?<img title="emoticon" alt="emoticon" src="http://carloscoelho.blogsome.com/wp-content/plugins/Wysi-Wordpress/plugins/emotions/images/ponder.gif" border="0" /></strong></p>
	<p>O trabalho de investiga&ccedil;&atilde;o constitui um aprofundamento prático, técnico e teórico, de algum aspecto ou tema do programa da cadeira, ou que a ele diga respeito. A sua realiza&ccedil;&atilde;o pressup&otilde;e um trabalho de pesquisa e uma exposi&ccedil;&atilde;o pessoais, mesmo quando realizado em grupo. Será apresentado sob a forma escrita, embora se possa admitir, acessoriamente, o recurso a meios gráficos e audiovisuais.</p>
	<p><strong>Para que serve um trabalho de investiga&ccedil;&atilde;o?<img title="emoticon" alt="emoticon" src="http://carloscoelho.blogsome.com/wp-content/plugins/Wysi-Wordpress/plugins/emotions/images/ponder.gif" border="0" /></strong></p>
	<p>Com a reliza&ccedil;&atilde;o dos&nbsp;trabalhos de investiga&ccedil;&atilde;o pretende-se&nbsp;desenvolver capacidades de trabalho prático (leitura, consulta, compila&ccedil;&atilde;o, pesquisa, fichagem, etc.), de trabalho técnico (análise, conceptualiza&ccedil;&atilde;o, síntese, redac&ccedil;&atilde;o, etc.) e de trabalho teórico (reflex&atilde;o, questionamento, fundamenta&ccedil;&atilde;o, eventualmente uma abordagem crítica, inovadora e pessoal dos problemas). </p>
	<p><strong>Fonte:&nbsp;<a title="Fonte "O que é um trabalho de investigação? Para que serve?"" href="http://web.letras.up.pt/meirinhos/filomed/Trabalhos.htm" target="_self">ver aqui</a></strong></p>
	<p><span><strong>Informa&ccedil;&atilde;o complementar:<br /></strong>Um trabalho académico estimula o conhecimento do valor da pesquisa, proporciona a aquisi&ccedil;&atilde;o de habilidades específicas de leitura, análise e interpreta&ccedil;&atilde;o de textos. Na sua ess&ecirc;ncia visa proporcionar ao aluno aquisi&ccedil;&atilde;o de compet&ecirc;ncias na medida em que, ao pesquisar sobre os mais variados temas abordados no curso, vai aprofundar esses mesmos temas.<br />Fonte: <strong><a title="Fonte Informação Complementar" href="http://pages.udesc.br/~a4msk/outros/manual_udesc_versao_preliminar.pdf" target="_self">Ver aqui</a></strong></span></p>
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		<title>Eurodisney</title>
		<link>http://carloscoelho.blogsome.com/2006/10/20/eurodisney/</link>
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		<pubDate>Fri, 20 Oct 2006 18:21:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>CC</dc:creator>
		
	<category>Geral</category>
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		<description><![CDATA[	Possíveis ajudas&#8230;
	An Introduction to Disneyland Paris
	Site Eurodisney
	http://harvardbusinessonline.hbsp.harvard.edu/b02/en/common/item_detail.jhtml?id=693013
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p>Possíveis ajudas&#8230;</p>
	<p><font color="#000040"><a title="An introduction to deisneyland Paris" href="http://www.mickey-mouse.com/dlpintro.htm" target="_self">An Introduction to Disneyland Paris</a></font></p>
	<p><a title="Site Eurodisney" href="http://www.eurodisney.com/en/" target="_self">Site</a> Eurodisney</p>
	<p><a href="http://harvardbusinessonline.hbsp.harvard.edu/b02/en/common/item_detail.jhtml?id=693013">http://harvardbusinessonline.hbsp.harvard.edu/b02/en/common/item_detail.jhtml?id=693013</a></p>
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		<title>Directórios</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Oct 2006 21:42:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>CC</dc:creator>
		
	<category>Geral</category>
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		<description><![CDATA[	Código HTML Technorati &lt;script type=&quot;text/javascript&quot; src=&quot;http://embed.technorati.com/embed/f89dkj5eqf.js&quot;&gt;&lt;/script&gt;

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p>Código HTML Technorati &lt;script type=&quot;text/javascript&quot; src=&quot;<a href="http://embed.technorati.com/embed/f89dkj5eqf.js">http://embed.technorati.com/embed/f89dkj5eqf.js&quot;&gt;&lt;/script</a>&gt;
</p>
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		<title>Directórios</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Oct 2006 21:42:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>CC</dc:creator>
		
	<category>Geral</category>
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		<description><![CDATA[	Código HTML Technorati

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			<content:encoded><![CDATA[	<p>Código HTML Technorati
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		<title>Links trabalho de gestão&#8230;&#8221;EDP - Concorrência</title>
		<link>http://carloscoelho.blogsome.com/2006/10/16/links-trabalho-de-gestaoedp-concorrencia-2/</link>
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		<pubDate>Mon, 16 Oct 2006 20:22:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>CC</dc:creator>
		
	<category>Geral</category>
	<category>FG</category>
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		<description><![CDATA[	Links obtidos em pesquisa sobre EDP e Concorr&ecirc;ncia&#8230;
	Comunicado imprensa Iberdrola
	Estrategias para outros mercados
	Possivel alian&ccedil;a entre EDP e Iberdrola 
	iberdrola + edp +galp 
	Iberdrola concorrencia
	Arranque liberaliza&ccedil;&atilde;o
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p>Links obtidos em pesquisa sobre EDP e Concorr&ecirc;ncia&#8230;</p>
	<p><a title="Comunicado Imprensa Iberdrola" href="http://www.iberdrola.es/wcorp/gc/es/comunicacion/hechosrelevantes/HREDP5105.pdf" target="_self">Comunicado imprensa Iberdrola</a></p>
	<p><a title="Estratégias para outros mercados" href="http://www.poupanca.proteste.pt/map/show/2616/ArtId/404961/src/578970.htm" target="_self">Estrategias para outros mercados</a></p>
	<p><a title="Possíevl aliança entre EDP e Galp" href="http://www.negocios.pt/default.asp?SqlPage=Content_Opiniao&#038;CpContentId=283263" target="_self">Possivel alian&ccedil;a entre EDP e Iberdrola</a> </p>
	<p><a title="Iberdrola / EDP / Galp" href="http://www.agenciafinanceira.iol.pt/noticia.php?id=729271&#038;div_id=1728" target="_self">iberdrola + edp +galp</a> </p>
	<p><a title="Iberdrola e concorrência" href="http://dn.sapo.pt/2006/10/06/economia/iberdrola_ajuda_madrid_a_mudar_da_co.html" target="_self">Iberdrola concorrencia</a></p>
	<p><a title="Arranque Liberalização" href="http://jn.sapo.pt/2006/08/20/economia_e_trabalho/edp_vai_concorrencia_arranque_libera.html" target="_self">Arranque liberaliza&ccedil;&atilde;o</a></p>
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	</item>
		<item>
		<title>Electricidade à escolha&#8230;</title>
		<link>http://carloscoelho.blogsome.com/2006/10/12/electricidade-a-escolha/</link>
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		<pubDate>Thu, 12 Oct 2006 00:07:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>CC</dc:creator>
		
	<category>Geral</category>
	<category>FG</category>
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		<description><![CDATA[	Possível ajuda para trabalho de Fundamentos de Gest&atilde;o - Tema &quot;EDP - Concorrentes&quot;:
	
Mercado
	
Electricidade &agrave; escolha
	
Os consumidores domésticos e as pequenas empresas t&ecirc;m a partir desta segunda-feira a possibilidade de escolher o seu fornecedor de electricidade, mas apenas cerca de um milh&atilde;o o poder&atilde;o fazer pois só a EDP se apresentou no mercado livre. Como n&atilde;o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<div class="def_cptxt_supertitle"><font color="#990033">Possível ajuda para trabalho de Fundamentos de Gest&atilde;o - Tema &quot;EDP - Concorrentes&quot;:</font></div>
	<div class="def_cptxt_supertitle">
<div class="def_cptxt_supertitle"><font color="#990033">Mercado</font></div>
	<div class="def_cptxt_title">
<div class="def_cptxt_title"><font color="#990033">Electricidade &agrave; escolha</font></div>
	<div class="def_cptxt_lead">
<div class="def_cptxt_lead"><font color="#990033">Os consumidores domésticos e as pequenas empresas t&ecirc;m a partir desta segunda-feira a possibilidade de escolher o seu fornecedor de electricidade, mas apenas cerca de um milh&atilde;o o poder&atilde;o fazer pois só a EDP se apresentou no mercado livre. Como n&atilde;o é de prever uma descida de pre&ccedil;os, pelo menos para já, a Deco aconselha os consumidores a optar por um tarifário mais adequado e escolher electrodomésticos energeticamente mais eficientes</font></div>
	<div class="def_cptxt_dt"><font color="#990033">VISAOONLINE&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;4 Set. 2006</font></div>
	<div class="def_cptxt_text"><font color="#990033">A última fase da abertura do mercado de electricidade em Portugal arranca esta segunda-feira, mas sem a possibilidade de mais de 4 milh&otilde;es dos 5,8 milh&otilde;es de clientes elegíveis poderem exercer o seu direito. A <a title="Sodesa" href="http://www.sodesa.pt/" target="_self"><font color="#000000"><strong>Sodesa</strong></font></a>, a <strong><a title="Union Fenosa" href="http://carloscoelho.blogsome.com/wp-admin/www.unionfenosa.es/" target="_self"><font color="#000000">Unión Fenosa</font></a></strong>, a </font><a title="Enel Viesgo" href="http://carloscoelho.blogsome.com/wp-admin/www.enelviesgo.es" target="_self"><font color="#000000"><strong>Enel Viesgo</strong></font></a><font color="#990033" /><font color="#990000"> </font>e a<strong> </strong><a title="Iberdrola" href="http://carloscoelho.blogsome.com/wp-admin/www.iberdrola.es" target="_self"><strong><font color="#000000">Iberdrola</font></strong></a><font color="#990033"> decidiram esperar para ver como evolui o mercado e n&atilde;o est&atilde;o para já interessadas em apresentar-se como fornecedoras de electricidade para os clientes domésticos e pequenas empresas.</p>
	<p>A exist&ecirc;ncia de um regime tarifário que torna os pre&ccedil;os de mercado pouco competitivos, os elevados custos de produ&ccedil;&atilde;o de energia e as assimetrias de regula&ccedil;&atilde;o entre Portugal e Espanha explicam porque é que nenhum dos restantes comercializadores a operar em Portugal avan&ccedil;ou com ofertas para este segmento de mercado.</p>
	<p>Além dos cerca de 1 milh&atilde;o de clientes abrangidos pela oferta do tarifário edp5D, os restantes consumidores v&atilde;o ter de esperar por melhores oportunidades.</p>
	<p>Também a EDP afirma que só quando se alterarem significativamente as condi&ccedil;&otilde;es de mercado poderá apresentar novos tarifários e abranger outros clientes de pot&ecirc;ncia contratada inferior a 9,6 kilo volts ampere (kVA).</p>
	<p>A actualiza&ccedil;&atilde;o das tarifas para 2007, que ser&atilde;o anunciadas pela ERSE em Outubro, e o fim da limita&ccedil;&atilde;o desse aumento &agrave; taxa de infla&ccedil;&atilde;o ser&atilde;o dois factores decisivos para atractividade deste segmento de mercado no futuro.</font></div>
	<div class="def_cptxt_text">
<div class="def_cptxt_text">
<div class="def_cpbox_text"><font color="#990033">A associa&ccedil;&atilde;o de defesa dos consumidores aconselha os portugueses a optar por um tarifário adequado e escolher electrodomésticos energeticamente mais eficientes para fazer face &agrave; esperada subida dos pre&ccedil;os de electricidade.</p>
	<p>&laquo;N&atilde;o se espera a diminui&ccedil;&atilde;o dos pre&ccedil;os, a curto ou médio prazo&raquo;, refere a Deco num comunicado sobre a liberaliza&ccedil;&atilde;o do mercado de electricidade que se iniciou esta segunda-feira com a possibilidade de os consumidores escolherem o seu fornecedor.</p>
	<p><strong><u>Deco aconselha op&ccedil;&atilde;o por tarifário adequado</u></strong></font></div>
	<div class="def_cpbox_text"><font color="#990033">A Deco aconselha, por isso, os consumidores a optar por um tarifário mais adequado e escolher electrodomésticos energeticamente mais eficientes. Para quem quiser mudar de fornecedor - logo que apare&ccedil;am concorrentes &agrave; EDP no mercado - aconselha a ler com aten&ccedil;&atilde;o as condi&ccedil;&otilde;es do novo contrato, sobretudo, pre&ccedil;os, modos de pagamento, periodicidade da factura&ccedil;&atilde;o e condi&ccedil;&otilde;es para rescindir o servi&ccedil;o. Alerta ainda para o facto de a mudan&ccedil;a de fornecedor ser gratuita e rápida e poder ser efectuada até quatro vezes por ano, n&atilde;o sendo necessário mudar o contador.</font></div>
	<div class="def_cpbox_text">
<div class="def_cpbox_text"><font color="#990033">Ver notícia </font><a title="Electricidade à escolha" href="http://visaoonline.clix.pt/default.asp?CpContentId=331531" target="_self"><font color="#990033">aqui</font></a></div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
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	</item>
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		<title>Mulheres são mais fiéis às marcas que os homens</title>
		<link>http://carloscoelho.blogsome.com/2006/10/11/mulheres-sao-mais-fieis-as-marcas-que-os-homens/</link>
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		<pubDate>Wed, 11 Oct 2006 22:45:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>CC</dc:creator>
		
	<category>Geral</category>
	<category>CIM</category>
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		<description><![CDATA[	O segmento feminino influencia a decis&atilde;o de compras da família 2006-10-11 00:05 
	Mulheres s&atilde;o mais fieis &agrave;s marcas do que os homens
	&ldquo;As mulheres s&atilde;o a for&ccedil;a emergente no mercado de consumo&rdquo; e s&atilde;o mais fieis &agrave;s marcas do que os homens, influenciando o processo de decis&atilde;o de compras da família e promovendo as marcas junto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<div><span class="antetitulo">O segmento feminino influencia a decis&atilde;o de compras da família 2006-10-11 00:05</span> </div>
	<h4>Mulheres s&atilde;o mais fieis &agrave;s marcas do que os homens</h4>
	<div><span class="entradilla">&ldquo;As mulheres s&atilde;o a for&ccedil;a emergente no mercado de consumo&rdquo; e s&atilde;o mais fieis &agrave;s marcas do que os homens, influenciando o processo de decis&atilde;o de compras da família e promovendo as marcas junto da sua rede de contactos e amizades, revela um estudo da Publicis, intitulado &ldquo;O que as mulheres querem&rdquo;.</p>
	<p></span><span class="firma">Catarina Fraz&atilde;o</span></p>
	<p><span class="txt">As mulheres come&ccedil;am agora a adquirir produtos de topo, ou seja, bens de luxo, mais caros e com maior visibilidade, tendo as marcas passado a apostar em produtos só para o sexo feminino. <br />O facto de a mulher ser mais consumista constituiu uma vantagem para o marketing ou para a publicidade, que podem dirigir-se especificamente a este segmento. A entrada no mercado de trabalho e a obten&ccedil;&atilde;o de mais poder permitiu-lhes influenciar e modificar o processo de decis&atilde;o de compras de família e áreas reservadas habitualmente aos homens, tais como a compra dos bens de luxo. &ldquo;Quando n&atilde;o compram, as mulheres influenciam a compra dos que lhes est&atilde;o mais próximos&rdquo;, refor&ccedil;a o mesmo estudo, que foi elaborado através da análise de centenas de artigos de imprensa, &ldquo;Context Analysis&rdquo;, publicados entre 2004 e 2005. As mensagens publicitárias destinadas &agrave;s mulheres devem utilizar argumentos mais subjectivos, tais como a associa&ccedil;&atilde;o a estados de espírito, ideias ou sensa&ccedil;&otilde;es. &ldquo;Publicidade com mensagens credíveis, imagina&ccedil;&atilde;o, criatividade e humor&rdquo;, refere o estudo, acrescentando que estudos realizados em vários países mostram que as mulheres gostam de anúncios com humor. No entanto, cerca de 47% dos anúncios dedicados ao segmento feminino s&atilde;o menos divertidos do que os restantes. <br />Enquanto responsáveis por 80% das compras em todo o mundo, as mulheres s&atilde;o, no entanto, mais racionais e mais meticulosas nas suas escolhas do que os homens. O seu comportamento enquanto consumidoras é condicionado pela falta de tempo, devido &agrave;s obriga&ccedil;&otilde;es familiares e profissionais. &ldquo;Este condicionalismo afecta, naturalmente, os hábitos e prioridades de consumo&rdquo;, refere a mesma análise.</p>
	<p></span>Mulher actual busca a perfei&ccedil;&atilde;o<br />Segundo a Publicis, a mulher actual é a &ldquo;Super Mulher&rdquo;, que procura ser perfeita em tudo a que se prop&otilde;em fazer e que os outros lhe exigem. &ldquo;A mulher moderna é ambiciosa, auto confiante, individualista e intuitiva. Na vida profissional disputa lugares de topo e de responsabilidade com os homens e combina as características masculinas, como a iniciativa, a coragem e a determina&ccedil;&atilde;o, com a sensibilidade e a coopera&ccedil;&atilde;o associadas ao universo feminino. S&atilde;o mulheres que procuram o bem estar físico e mental, que querem mais amor, mais dinheiro e mais sucesso.</div>
	<div>Ver notícia <a title="Mulheres são mais fieis às marcas do que os homens" href="http://diarioeconomico.sapo.pt/edicion/diarioeconomico/edicion_impresa/media_x_publicidade/pt/desarrollo/697557.html" target="_self">aqui</a></div>
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